Por Alfredo Menin, CTO da Homine

Atuo há mais de 20 anos com o SAP, ajudando empresas a superar seus desafios, entre eles o atendimento às obrigatoriedades fiscais, a adequação do ERP à legislação, a automação de processos para a melhor produtividade das equipes, só para citar alguns.

Uma dificuldade comum às empresas, e com a qual me deparo no dia a dia, é o preenchimento correto do código IVA (código de imposto) nos documentos de compra. É um detalhe do processo que, se mal conduzido, pode gerar muita dor de cabeça para a área fiscal.

Ao criar um documento de compra no SAP – seja ele pedido, contrato, programa de remessa –, boa parte dos usuários tem dúvidas quanto à seleção do código IVA correto, o que resulta em muitos pedidos de compra com a taxa de imposto errada. Essa situação gera incongruências fiscais e retrabalhos nas áreas de logística e fiscal.

O problema traz à tona uma discussão antiga: quem é o responsável por inserir o código IVA correto em um pedido de compra? O comprador ou o fiscal?

O responsável pelos impostos é o fiscal, mas quem gera o documento de compra e insere o código IVA é o comprador. É comum o documento voltar para o fiscal para que ele faça a conferência do imposto. Quando isso ocorre, o fiscal entra em cada item do pedido e valida o código IVA informado. Tudo isso de forma manual, com muito retrabalho e desperdício de tempo.

Como sabemos, nossa legislação tributária é extremamente complexa e exige conhecimentos fiscais bem específicos. O comprador, portanto, não pode ser responsabilizado por incorreções na hora de definir a taxa do imposto. Cada processo de compra pode apresentar variações de IVA que dependem de inúmeros critérios a serem considerados na hora de criar o pedido.

Então, como solucionar esse problema?

A opção mais usual é adquirir soluções externas, na forma de Add-on SAP, que calculam e inserem o IVA de forma automática nos documentos de compra. Porém, a aquisição dessa solução traz gastos extras, além de gerar mais um contrato a ser administrado com um novo fornecedor.

O que muitas empresas desconhecem é que existe uma alternativa mais barata e simples, que não demanda desenvolvimento Z ou a compra de solução externa. Usando Inteligência Artificial e através de parametrizações standards no SAP, é possível atribuir o código IVA automaticamente nos documentos de compra. Basta a empresa contratar apenas o serviço de consultoria para o módulo MM (Material Management), cujo consultor aplicará as funcionalidades standards do próprio sistema para resolver a questão.

Embora essa customização não seja uma novidade, percebo que poucos consultores no mercado se arriscam a fazê-la. Não é o nosso caso. Na Homine, já testamos a operação com vários itens de um pedido de compra, sempre com resultados 100% satisfatórios.

A automação dos códigos IVA traz muitos benefícios para a empresa. Reduz o trabalho operacional e a intervenção do usuário, que fica livre para se dedicar a outras tarefas. Também gera mais segurança fiscal na criação dos pedidos de compra, eliminando retrabalhos. É importante ressaltar que a determinação automática do IVA permite revisão e/ou ajuste pelo usuário, de acordo com as regras de autorização definidas na hora de parametrizar o sistema.

Todas essas vantagens reunidas fazem com que o departamento fiscal atue de forma mais proativa e menos corretiva a cada documento de compra gerado. Ou seja: mais eficiência e agilidade para todo o processo de compra.

Se você atua na área de compras, fiscal ou logística e enfrenta esse problema na sua empresa, nos envie um e-mail para comercial@homineinfo.com.br com as suas dúvidas ou compartilhe sua experiência. Ficarei feliz em ouvi-lo(a) e, sobretudo, em ajudar você e a sua empresa a encarar esse desafio.

Por José Geraldo Garcia, CIO da Homine

Clientes e colegas me perguntam sobre quais são os fatores-chave de sucesso para se inovar no mercado de Tecnologia da Informação. Você acha que o caminho são as novas tecnologias como o Machine Learning? Precisamos formar um time altamente técnico para inovar? Qual é o investimento necessário? O retorno é garantido?

São muitas questões, mas as respostas são mais simples do que imaginamos.

Estamos vivendo uma revolução tecnológica que transforma nossas vidas a cada dia. Com um toque na tela do smartphone, é possível saber a previsão do tempo em Cingapura, solicitar um carro, alugar uma bicicleta do meio da rua ou fazer um call de trabalho de qualquer lugar.

Já no dia a dia do nosso universo de TI, lidamos com migrações de sistemas, programações robustas e implantações de soluções para a automação dos processos dos clientes. Por ofício, somos profundamente tecnológicos. Necessitamos conhecer o que há de mais avançado na tecnologia – Inteligência Artificial, Computação Cognitiva, BlockchainBig Data, Biometria, para mencionar apenas algumas delas – e entender como essas novidades trazem mais valor para as empresas-clientes.

O fato é que as novas tecnologias estão aí no mercado, disponíveis para todos, prontas para serem incorporadas em processos, produtos e sistemas. Para inovar, contudo, é preciso ir além delas. Mas como?

Por meio de duas estratégias: antecipação e sinergia.

Inovar é sair na frente e se antecipar à “dor” da empresa e/ou mercado. É entender os gargalos operacionais que geram custos e ineficiências, as dificuldades das rotinas de trabalho e dos processos realizados em todas as áreas: fiscal, contábil, administrativa, logística e produção. É preciso não só “estar dentro” das organizações, mas sobretudo “por dentro” delas: compreender seus negócios e absorver as suas dores. E a partir daí criar a solução inovadora que vai desatar os nós da empresa, trazendo mais eficiência, resultado e simplicidade.

A sinergia com parceiros e desenvolvedores, por sua vez, é crucial para a entrega de soluções transformadoras aos clientes. Se hoje você não possui o conhecimento necessário em Deep Learning, por exemplo, para criar um programa que vai “mudar a vida” de uma empresa, então busque parceiros e profissionais que possam se unir a você para desenvolver a melhor solução possível. O potencial técnico e de inovação de uma empresa não é – e não pode ser – estanque: ele é incremental e aberto a colaborações, por meio de sinergias e parcerias. Nesse sentido, a capacidade inovadora não conhece limites.

Voltando à questão inicial, a adoção de novas tecnologias é um fator-chave de sucesso para se inovar no segmento de TI, porém é o mais básico deles. Antecipar-se às necessidades do mercado e trabalhar em sinergia para a construção de soluções transformadoras são fatores que, de fato, fazem girar a roda da inovação.

Roda que, aliás, gira cada vez mais rápida. Não há tempo a perder.

Alocação e headhunting de profissionais: serviços das consultorias de RH para empresas

As empresas contam, cada vez mais, com o apoio de consultorias de recursos humanos para montar o seu time de profissionais. Por um motivo simples: o melhor custo-benefício. “As organizações querem mais eficiência e agilidade, por isso contratam as consultorias para buscar os profissionais no mercado com mais rapidez, precisão e a um menor custo”, destaca Rosana Silva Luz, coordenadora de Recursos e Serviços da Homine.

Existem hoje dois modelos de serviços prestados pelas consultorias de RH às empresas: alocação e headhunting de profissionais. Descubra as diferenças entre eles e os benefícios de cada um dos modelos para a sua empresa.

Montando o time com recursos alocados

Na alocação de profissionais – prática também conhecida no mercado por outsourcing ou body shop –, a empresa terceiriza a mão-de-obra de uma determinada área ou projeto com o apoio de uma consultoria de TI, que busca no mercado os perfis profissionais solicitados pelo cliente. “Neste caso, nós indicamos os profissionais e, uma vez aprovados pela empresa, eles são contratados por nós, a consultoria, e alocados no cliente para realizar o trabalho”, explica Rosana. A equipe alocada é geralmente gerida pelo cliente. Em projetos maiores, a consultoria também pode atuar na coordenação dos esforços do time.

Segundo Rosana, os principais benefícios da alocação de profissionais são a redução de custo, com a substituição de custo fixo (CLT) por variável, e a diminuição do tempo gasto pelo departamento interno de recursos humanos para selecionar e recrutar pessoas. Além disso, a consultoria é a responsável pelo relacionamento com os profissionais alocados, pela gestão das licenças e afastamentos e pela substituição de profissionais que porventura não se adequarem ao trabalho ou à empresa. Com isso, “blinda” o cliente de causas trabalhistas.

“Na Homine, 95% dos nossos serviços de consultoria de RH são destinados à alocação de profissionais para empresas-clientes, com foco sobretudo na área de TI, onde somos experts e já atuamos há quase 20 anos”, revela Rosana. Nos serviços de alocação, as empresas pagam um valor fixo mensal à consultoria (fee), com base na equipe alocada no cliente.

O melhor profissional para a vaga

Nos serviços de headhunting, por sua vez, a consultoria recruta o profissional para que a empresa o contrate. Funciona assim: o cliente identifica uma necessidade de mão-de-obra e traça o perfil profissional desejado para a vaga. Com base nessas características, a consultoria vai buscar e avaliar possíveis candidatos para a vaga, apresentando os melhores perfis à empresa, que é a responsável final pela contratação.

No trabalho de headhunting, a consultoria avalia uma série de atributos dos profissionais, tanto técnicos quanto comportamentais, para indicar candidatos que mais se encaixam às características da vaga. “A empresa não perde tempo procurando o profissional; quem se responsabiliza por essa busca somos nós”, conta Rosana. Para esse trabalho, a consultoria é remunerada por um valor fixo, que corresponde, em geral, a uma porcentagem do salário do profissional a ser contratado.

Experiência em recrutamento

A Homine atua na área de alocação e headhunting de profissionais há 20 anos, e com sucesso. São milhares de profissionais recrutados nesse período, seja para alocação no cliente ou para contratação final. “Nunca fomos dispensados por um cliente por causa dos perfis que selecionamos e indicamos, pois temos uma grande precisão, ou matching, na hora de escolher e apresentar os profissionais para as empresas”, conclui Rosana.

A Homine também atua como field manager, ou seja, acompanha a performance dos consultores alocados nas empresas, dando e recebendo feedbacks e verificando a satisfação do cliente. Assim promove ajustes pontualmente, se necessários.

PMOs devem ter foco total no planejamento do trabalho e nas entregas previstas.

Gerentes de Projetos, ou PMO’s, são uma figura central nas consultorias de TI. São profissionais que atuam em diversas frentes, seja coordenando a implementação de um novo módulo no SAP ou a execução de melhorias no sistema. Sua missão é “orquestrar” o serviço, ou seja, planejar as etapas do projeto, atentar para os prazos, liderar equipes, zelar pela qualidade do trabalho e, finalmente, cuidar para que o time interno e o do cliente estejam sempre na mesma página.

Com tantas responsabilidades, fica a pergunta: quais devem ser as características de um(a) PMO para que cumpra suas funções com eficiência?

Para responder a essa questão, recorremos ao PMO Jorge Gonzalez, da Homine. Com mais de seis anos de experiência nessa posição de liderança, ele já esteve à frente de projetos de implementação e melhoria de sistemas nos Estados Unidos, República Dominicana, Chile, Argentina e, claro, no Brasil. Atualmente, ele lidera projetos simultâneos de TI em grandes clientes dentro e fora do país.

Segundo Gonzalez, o(a) PMO deve possuir 7 atributos indispensáveis para ser capaz de entregar os serviços com eficiência, qualidade e prazo:

1. Visão do todo: PMO’s não são necessariamente detalhistas, ou “técnicos dos pormenores”. Ele(a) precisa ter a visão de todo o projeto, do escopo aos objetivos, e assim garantir a sua plena execução no prazo previsto.

2. Monta equipes: a figura do PMO é quem avalia os profissionais disponíveis para um determinado projeto e se há necessidade de acrescentar outros recursos ao time, de modo a compor uma equipe técnica e qualificada para dar conta da complexidade do projeto em questão.

3. Planejador de “mão cheia”: gerentes de projetos são profissionais que organizam as etapas do trabalho – com a sua visão do todo, são capazes de distribuir tarefas ao longo do tempo, direcionar recursos, estabelecer prazos e metas e, ainda, promover ajustes no próprio planejamento, se necessários.

4. Sangue frio: PMO’s precisam ter calma e frieza para lidar com momentos de pressão e estresse. Eles(as) atuam em diversos projetos ao mesmo tempo e estão à frente da interlocução com dezenas de profissionais internos e dos clientes. Desafios, urgências e problemas fazem parte da sua rotina, e desespero não ajuda em nada. Um PMO é, portanto, o líder que entende a situação, reflete e propõe a melhor solução.

5. Focado na entrega: gerentes de projetos estão sempre ligados no que precisam entregar ao cliente – o escopo acordado para o projeto, prazos, metas e nível de desempenho. Para isso, o(a) PMO deve ter um olho no presente (o que está sendo feito) e outro no futuro (o que ainda precisamos fazer).

6. Conciliador e comunicador: o PMO é o ponto focal de toda a equipe do cliente envolvida e também do seu time interno. Ele(a) tem de estar aberto para ouvir as demandas e sugestões de ambas as partes, buscar o melhor caminho para o projeto e, claro, comunicar-se clara e objetivamente com todos os profissionais.

7. Fala línguas: esses gerentes também precisam ser capazes de interagir com clientes estrangeiros. Falar línguas, sobretudo o inglês – a linguagem universal do mundo da TI –, é um requisito básico para PMO’s.