mesa de trabalho com papéis, um laptop exibindo gráficos na tela e uma caneca ao lado.

A automação da entrada dos dados de documentos fiscais eletrônicos, como notas mercantis (NF-e), de serviços (NFS-e) e conhecimentos de transporte (CT-e), nos sistemas ERPs traz uma série de benefícios para as empresas. Além de eliminar o retrabalho causado por erros de digitação, a adoção da tecnologia melhora a produtividade, aumenta o controle e a compliance fiscal, impulsionando a eficiência operacional das organizações.

Nos últimos meses, a Homine tem detectado uma crescente procura por sua solução de automação, o HomSoft. “Constatamos, principalmente a partir do segundo semestre de 2018, um aumento significativo no número de consultas feitas por empresas interessadas em adquirir nossa solução”, revela o CEO da Homine, Horácio Menin.

Na prática, isso demonstra que as empresas que ainda realizam a entrada manual dos dados das notas fiscais estão descobrindo as vantagens em automatizar seus processos. Segundo Horácio Menin, em 2018, a Homine registrou um crescimento de cerca de 82% em relação ao ano anterior na quantidade de apresentações comerciais da solução realizadas pela equipe. E a demanda segue em alta também nos primeiros meses de 2019.

Alguns fatores que explicam o mercado aquecido

A busca por mais agilidade nos processos de entrada física e fiscal na empresa, a redução dos erros de escrituração e do retrabalho, o maior controle e transparência fiscal, mas também a complexidade e a burocracia tributária brasileira estão entre os fatores que explicam o aumento na demanda por soluções de automação inbound (entrada) dos documentos fiscais.

Segundo o relatório Doing Business 2019, do Banco Mundial, o Brasil é o país no mundo onde se gasta mais tempo calculando e pagando impostos. São 1.958 horas por ano, em média, gastas pelas empresas brasileiras para lidar com a burocracia tributária. A média entre os países da OCED é de 159.4 horas. O país é também vice-líder no ranking de complexidade financeira, apresentando as maiores dificuldades no cumprimento das obrigações fiscais e contábeis.

A implantação frequente de novas regras fiscais, em vez de tentar desburocratizar e simplificar a tributação, apertam ainda mais o controle dos órgãos de fiscalização. Ao optar por automatizar seus processos de entrada e gestão dos dados, as empresas diminuem os riscos fiscais causados pela burocracia e facilitam os processos de auditoria, devido à precisão do registro das informações.

O resultado da automação nas empresas

O HomSoft automatiza os processos de entrada física (MIGO) e fiscal (MIRO) de mercadorias, conhecimentos de transporte e serviços no sistema SAP, depois de comparar previamente se os dados que constam no XML do documento fiscal eletrônico, emitido pelo fornecedor, equivalem às informações descritas no pedido de compra que originou a transação.

Empresas que adotaram a solução relatam ganhos significativos de eficiência operacional, diminuição dos custos e padronização dos processos, sobretudo na logística – entrada de caminhões, de mercadorias e controle de pátio.

A redução do tempo da mão de obra é um dos resultados que mais impressiona. O PMO da Homine, Jorge Gonzalez, que já liderou projetos de implementação do HomSoft em vários clientes, exemplifica que um processo de MIRO feito manualmente pode levar de 40 minutos a uma hora para ser concluído, caso todos os dados estejam corretos. “Com a automação, esse tempo pode cair para cerca de dez minutos ou até menos”, destaca.

Quer saber mais sobre os benefícios da automação inbound de documentos fiscais para a sua empresa? Entre em contato com a nossa equipe no comercial@homineinfo.com.br e agende uma conversa ou uma demonstração do HomSoft.

Crédito foto: Divulgação Sefaz. A nota fiscal de consumidor eletrônica (NFC-e) substitui a nota fiscal de venda a consumidor, modelo 2, e o cupom fiscal.

Para 2019, várias alterações estão programadas para o layout da nota fiscal mercantil eletrônica (NF-e) e da nota fiscal de consumidor eletrônica (NFC-e). Entre elas, a inclusão de novos campos, a criação de novas regras de validação e códigos de rejeição, além de alterações no layout do DANFE – Documento Auxiliar da NF-e, conforme consta na Nota Técnica 2018.005, publicada no início do mês pelo ENCAT, entidade responsável pela Coordenação Nacional dos Projetos de Documentos Fiscais Eletrônicos.

O destaque é a criação do grupo opcional de Responsável Técnico e respectivo Código de Segurança do Responsável Técnico (CSRT), que identifica a empresa responsável pelo software utilizado pelo contribuinte para emitir as notas fiscais eletrônicas. E para atender a uma demanda das empresas, foram realizadas melhorias no sistema da Secretaria da Fazenda (Sefaz) para facilitar a obtenção do Protocolo de Autorização da nota em casos de rejeição por duplicidade.

As mudanças devem estar disponíveis em ambiente de homologação da Sefaz até 25 de fevereiro, com entrada em produção em 29 de abril. “Estamos implementando os desenvolvimentos na nossa mensageria Signature e, em breve, começaremos a atuar junto aos nossos clientes para realizar as alterações” , comenta o coordenador de Documentos Eletrônicos da Homine, Júlio César Correia. Embora algumas modificações não sejam obrigatórias, o coordenador aconselha às empresas realizar as alterações em seus sistemas para evitar futuros problemas.

Listamos abaixo o que muda no layout da NF-e e NFC-e. Para mais detalhes sobre as alterações, consulte a Nota Técnica 2018.005 ou entre em contato com a equipe da Homine pelo telefone (11) 3383-4025 ou e-mail: suporte@homineinfo.com.br. Por meio da nossa mensageria Signature, fazemos a emissão de notas fiscais mercantis dos clientes e toda a comunicação das informações com a Sefaz.

Então, o que muda?

. Responsável Técnico e Código de Segurança do Responsável Técnico (CSRT) – um novo grupo de campos foi criado para identificar a empresa desenvolvedora ou responsável tecnicamente pelo sistema de emissão de NF-e/NFC-e. Ficará a critério da Sefaz de cada Estado exigir um código de segurança para a empresa, que será gerado por meio de uma página web.

. Identificação do Local de Retirada e do Local de Entrega – novos campos para detalhar informações sobre o estabelecimento e os endereços dos locais de entrega e retirada de mercadorias.

. Grupo de repasse do ICMS ST – inclusão de campos para informar o Fundo de Combate à Pobreza (FCP) retido anteriormente por Substituição Tributária.

. Mensagem de interesse da Sefaz – alteração no grupo de informações do Protocolo de Resposta da Sefaz, para que a entidade possa incluir uma mensagem ao contribuinte.

. Protocolo de Autorização na Rejeição por Duplicidade – alteração no grupo de informações do Protocolo de Resposta da Sefaz para que, em caso de rejeição por duplicidade, a secretaria possa retornar o protocolo de autorização gerado anteriormente para a nota fiscal.

. Detalhamento específico de medicamento e de matérias-primas farmacêuticas – alteração para informar o motivo da isenção de registro do medicamento na ANVISA.

. Alterações no layout do DANFE – campo para identificação da Modalidade do Frete e opção de exibição das informações de Local de Entrega e de Retirada.

PMOs devem ter foco total no planejamento do trabalho e nas entregas previstas.

Gerentes de Projetos, ou PMO’s, são uma figura central nas consultorias de TI. São profissionais que atuam em diversas frentes, seja coordenando a implementação de um novo módulo no SAP ou a execução de melhorias no sistema. Sua missão é “orquestrar” o serviço, ou seja, planejar as etapas do projeto, atentar para os prazos, liderar equipes, zelar pela qualidade do trabalho e, finalmente, cuidar para que o time interno e o do cliente estejam sempre na mesma página.

Com tantas responsabilidades, fica a pergunta: quais devem ser as características de um(a) PMO para que cumpra suas funções com eficiência?

Para responder a essa questão, recorremos ao PMO Jorge Gonzalez, da Homine. Com mais de seis anos de experiência nessa posição de liderança, ele já esteve à frente de projetos de implementação e melhoria de sistemas nos Estados Unidos, República Dominicana, Chile, Argentina e, claro, no Brasil. Atualmente, ele lidera projetos simultâneos de TI em grandes clientes dentro e fora do país.

Segundo Gonzalez, o(a) PMO deve possuir 7 atributos indispensáveis para ser capaz de entregar os serviços com eficiência, qualidade e prazo:

1. Visão do todo: PMO’s não são necessariamente detalhistas, ou “técnicos dos pormenores”. Ele(a) precisa ter a visão de todo o projeto, do escopo aos objetivos, e assim garantir a sua plena execução no prazo previsto.

2. Monta equipes: a figura do PMO é quem avalia os profissionais disponíveis para um determinado projeto e se há necessidade de acrescentar outros recursos ao time, de modo a compor uma equipe técnica e qualificada para dar conta da complexidade do projeto em questão.

3. Planejador de “mão cheia”: gerentes de projetos são profissionais que organizam as etapas do trabalho – com a sua visão do todo, são capazes de distribuir tarefas ao longo do tempo, direcionar recursos, estabelecer prazos e metas e, ainda, promover ajustes no próprio planejamento, se necessários.

4. Sangue frio: PMO’s precisam ter calma e frieza para lidar com momentos de pressão e estresse. Eles(as) atuam em diversos projetos ao mesmo tempo e estão à frente da interlocução com dezenas de profissionais internos e dos clientes. Desafios, urgências e problemas fazem parte da sua rotina, e desespero não ajuda em nada. Um PMO é, portanto, o líder que entende a situação, reflete e propõe a melhor solução.

5. Focado na entrega: gerentes de projetos estão sempre ligados no que precisam entregar ao cliente – o escopo acordado para o projeto, prazos, metas e nível de desempenho. Para isso, o(a) PMO deve ter um olho no presente (o que está sendo feito) e outro no futuro (o que ainda precisamos fazer).

6. Conciliador e comunicador: o PMO é o ponto focal de toda a equipe do cliente envolvida e também do seu time interno. Ele(a) tem de estar aberto para ouvir as demandas e sugestões de ambas as partes, buscar o melhor caminho para o projeto e, claro, comunicar-se clara e objetivamente com todos os profissionais.

7. Fala línguas: esses gerentes também precisam ser capazes de interagir com clientes estrangeiros. Falar línguas, sobretudo o inglês – a linguagem universal do mundo da TI –, é um requisito básico para PMO’s.

No evento anual com players de TI, grupo do qual a Homine faz parte, realizado em setembro, os representantes do ENCAT, entidade responsável pela Coordenação Nacional dos Projetos de Documentos Fiscais Eletrônicos, apresentaram o novo planejamento para a publicação de alterações no sistema de nota fiscal eletrônica (NF-e) da Sefaz.

O plano prevê duas alterações por ano, que poderão ocorrer nos meses de abril ou setembro, inicialmente, além de possíveis atualizações emergenciais. As notas técnicas serão publicadas com 90 dias de antecedência, sendo 60 dias para homologação e 30 para produção.

As notas técnicas informam sobre alterações legais, tributárias, correções de erros e ajustes implementados no sistema da Sefaz, além de alterações de prazos e mudanças no layout das notas fiscais eletrônicas.

“Hoje as alterações são publicadas sem anúncio prévio e, em muitos casos, as empresas precisam correr contra o tempo para realizar as mudanças nos seus sistemas ERP”, pontua o coordenador de Documentos Eletrônicos da Homine, Júlio César Correia. Segundo ele, o plano vai evitar transtornos aos contribuintes e permitir uma melhor organização.

A Homine é um dos players nacionais e internacionais do segmento de sistemas de emissão de nota fiscal eletrônica. A empresa oferece a solução Signature para emissão e recepção de notas fiscais mercantis, que é referência em vários países na América Latina.

O DIFAL – Diferencial de Alíquota do ICMS – está em vigor desde janeiro de 2016. Ele é a diferença entre a taxa de ICMS do Estado de origem de um produto ou serviço e a taxa de ICMS do Estado a que se destina. Seu objetivo é promover a melhor competitividade entre os Estados, equilibrando a incidência das alíquotas nas transações interestaduais.

Antes do Convênio 93, instituído em 2015, essa diferença no ICMS ficava inteiramente no Estado de origem do produto ou serviço. Com a entrada do DIFAL, a diferença entre as alíquotas passou a ser gradativamente partilhada entre a UF de origem e a de destino – até 2019, todo o valor será repassado integralmente à UF de destino da transação.

Isso significa que o DIFAL vai acabar?

Não. O cálculo continua sendo realizado normalmente. A única mudança é que, antes, o diferencial entre as alíquotas permanecia no Estado de origem e, desde 2016, ele vem sendo repassado gradativamente à UF de destino, até totalizar 100% do valor a partir de 2019. Então, na prática, o Estado que “vendeu” o produto ou serviço não arrecada mais o DIFAL em 2019, mas isso não significa que este deixou de existir ou de ser partilhado.

Vamos dar um exemplo prático para dar mais clareza à questão.

Imagine a venda de um produto do Rio Grande do Sul para São Paulo, no valor de R$ 1.000,00. No primeiro Estado, o ICMS praticado é de 12%; e em São Paulo, 18%. Portanto, o DIFAL nesta transação é de 6%.

Conforme tabela divulgada pelo governo para a partilha gradativa do DIFAL, em 2018, 20% do DIFAL fica no Estado de origem e o restante, 80%, vai para o Estado de destino.

Com isso em mente, vamos aos cálculos:

Valor DIFAL: 6% sobre R$ 1.000,00 = 60,00

Valor do DIFAL que fica no RS (origem): 20% sobre R$ 60 = R$ 12,00

Valor do DIFAL que fica em SP (destino): 80% sobre R$ 60 = R$ 48,00

Portanto, o ICMS arrecadado pelo Rio Grande do Sul será o valor do ICMS mais o do DIFAL, ou seja:

Cálculo ICMS: 12% sobre R$ 1.000,00 = R$ 120,00

ICMS final do RS: R$ 120,00 + R$ 12,00 (valor DIFAL) = R$ 132,00

Em 2019, a tabela de partilha muda – 100% do DIFAL vai para o Estado de destino da transação. Retomando nosso exemplo, significa que o Estado do RS arrecadará normalmente o ICMS (R$ 120), mas a totalidade do DIFAL (R$ 60) fica na UF de destino, que é São Paulo.

Como o Convênio 93 foi instituído em 2015, o cálculo do DIFAL já foi adaptado e inserido no ERP das empresas, prevendo inclusive a sua base de repasse gradativo até 2019, quando totalizará 100% à UF de destino.

Portanto, respondendo à pergunta do título: não, o DIFAL não vai acabar. Pelo contrário. A partilha dele continua entre os Estados, promovendo um maior equilíbrio no comércio interestadual. A única alteração é que, a partir de 2019, a totalidade do repasse vai para o Estado de destino.

Sua empresa pode contar com a Homine para todas as adequações necessárias referentes ao cálculo do DIFAL. Nossa solução Signature, de emissão e recepção de notas fiscais mercantis, integrável ao ERP da sua empresa, está preparada para operar nos diferentes cenários de cálculos e alíquotas das diversas transações interestaduais. A Signature é utilizada por milhares de empresas em 12 países na América Latina.

A Btech Tecnologias Agropecuárias, empresa do Grupo Pancosma que atua no mercado de aditivos para nutrição animal, é a mais nova cliente da mensageria Signature – solução da Homine para a gestão de documentos eletrônicos, atendendo à emissão e recepção de notas fiscais mercantis. A implantação da solução foi coordenada pela Homine e concluída em setembro. O projeto incluiu o apoio na integração da mensageria ao novo ERP da Btech, com a incorporação de novos processos.

Nossos consultores trabalharam em conjunto com equipes na França e em Portugal, responsáveis pelo projeto do novo ERP da Btech, orientando-as sobre ajustes necessários no sistema para atender à legislação brasileira. “Demos todo o suporte sobre as adequações fiscais, de cadastros, regras de rejeições estabelecidas pela Secretaria da Fazenda e outras questões técnicas importantes”, destaca o coordenador de Documentos Eletrônicos da Homine, Júlio César Correia.

Um dos desafios, segundo Correia, foi transmitir as mudanças e as especificidades da localização Brasil, ou seja, como são feitos os cálculos de impostos no país, muito diferentes da Europa. “Conduzimos a nossa comunicação com eles em francês e isso acabou sendo crucial para ajudá-los na compreensão dos processos”, observa.

“A equipe Homine nos apoiou durante todo o projeto e especialmente no go live, com um suporte de qualidade e profissionais comprometidos em entregar as soluções aos clientes”, destaca Patrícia Quitzan, gerente geral da Btech no Brasil.

Signature na Btech

A solução Signature é utilizada por milhares de empresas em 12 países na América Latina. Flexível, integra-se a diferentes ERPs e é capaz de processar altos volumes de transações. “A mensageria Signature é uma ferramenta ágil e precisa, e, através do seu portal, a equipe acompanha em tempo real as ações realizadas, o que traz valor para o cliente final”, comenta Patrícia Quitzan.

Segundo o diretor de Contas Internacionais da Homine, José Geraldo Garcia, a partir de agora a Btech será capaz de concentrar em uma única solução todo o processo de emissão, validação e acompanhamento do status de suas notas fiscais junto à Sefaz (Secretaria da Fazenda). “A empresa tem uma solução global que vai apoiá-la no seu crescimento”, conclui.

Além do diretor e do coordenador Júlio César Correia, o projeto de implantação da mensageria contou com a participação dos consultores Renan Itokazo e Diego Martins, ambos da Homine.

Nem todas as empresas desejam ter uma equipe própria de TI. O motivo é simples: custa caro manter profissionais full time “dentro de casa”, ainda mais acionados de forma intermitente. Ou seja, com horas ociosas.

Hoje, as empresas buscam desempenho, qualidade e otimização dos custos, com foco final na eficiência de seus processos. Por isso, muitas delas abrem mão de uma equipe dedicada de TI e buscam no mercado serviços de AMS (Application Management Services) – ou Help Desk – para dar suporte aos seus sistemas de tecnologia, trazendo um melhor custo-benefício para a sua operação.

A Homine atua no mercado de Suporte SAP há mais de 20 anos. Somos uma referência neste segmento, atendendo a clientes nacionais e internacionais como AgroFresh, Emerson Electric, Styropek e outros, que contam com o know-how da nossa equipe de TI para oferecer suporte aos módulos do SAP assim como à plataforma Mastersaf.

Quais os diferenciais do Suporte SAP da Homine?

Colocamos à disposição do cliente uma equipe de profissionais com experiência avançada e uma entrega acima da média do mercado. Atuamos há décadas neste segmento, motivo pelo qual contamos com um time de consultores de alta senioridade, com expertise comprovada.

Uma das modalidades de suporte é o Multimodular, com consultores especialistas aptos a oferecer cobertura técnica a todos os módulos do SAP e a atender aos mais diversos tipos de chamados no Brasil ou no exterior. A contratação do serviço pode ser customizada de acordo com as necessidades do cliente e o seu budget.

A empresa pode contratar um baseline mensal que varia entre um número de horas fixo da nossa equipe para suporte a todos os módulos do SAP, ou, caso prefira, o cliente pode definir o número de horas por módulos específicos.

Também é possível ajustar a disponibilidade do serviço: 24/7, horário comercial ou estendido, com horas adicionais. Toda essa flexibilidade no momento de fechar o contrato de prestação do serviço de Suporte SAP proporciona um preço otimizado e competitivo ao cliente, atendendo às suas condições orçamentárias. O retorno é o melhor custo-benefício, sem perder a garantia de desempenho do sistema.

E como funciona o serviço de AMS da Homine para o SAP?

Nossas equipes atuam presencial ou remotamente, no formato shared services. Isto é, os clientes compartilham dos nossos serviços de suporte, realizados por uma equipe de consultores 100% disponível. Se um consultor estiver fora da Homine ou em outro chamado, por exemplo, o problema relatado é encaminhado rapidamente para o atendimento de outro consultor, à distância.

O processo de suporte é ágil e automatizado. Em caso de problema no ambiente produtivo do SAP, o cliente registra um chamado na nossa plataforma online, Brazip. O ticket é encaminhado a um de nossos profissionais, que faz a análise do motivo do chamado e o encaminha ao consultor ideal para o atendimento. Toda a troca de comunicação para a resolução do problema fica registrada na plataforma.

Quanto menor a experiência do consultor, maior o número de questionamentos para se chegar ao diagnóstico do problema. A alta experiência da nossa equipe garante agilidade e assertividade na resolução das demandas. Ou seja, requeremos menos interações e vai-e-vem de informações com o solicitante do chamado, poupando o seu tempo.

Cada chamado aberto possui um tempo máximo de resolução, segundo o seu nível de criticidade. Esses parâmetros constam do Service Level Agreement (SLA), que traz uma tabela acordada junto ao cliente para a prestação do serviço de suporte.

Para saber mais sobre o suporte SAP da Homine, ou fazer um orçamento, entre em contato conosco pelo email comercial@homineinfo.com.br ou telefone (11) 3383-4000.

A versão 4.0 da nota fiscal eletrônica entrou em vigor no dia 2 de agosto. Uma das alterações trazidas com a nova versão diz respeito ao FCP, Fundo de Combate à Pobreza, que ganhou mais destaque no novo layout da nota fiscal.

Tanto que é comum ouvir a pergunta: mas o que é esse FCP?

O FCP é um imposto estadual instituído em 2015, por meio de emenda constitucional. Seu objetivo é reduzir as desigualdades sociais entre os Estados. Os recursos arrecadados com o imposto são investidos em programas para a redução da pobreza, em áreas como Educação, Nutrição, Saúde e Agricultura Familiar.

O imposto funciona como um complemento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Ele incide sobre as transações comerciais de grupos de produtos definidos por cada Estado, por meio de legislação específica. Cada Estado também determina o percentual de recolhimento do tributo, que varia de 1% a 5% e é divulgado em uma tabela pela Secretaria da Fazenda (Sefaz).

O FCP pode ser cobrado sobre a maior parte dos produtos, salvo alguns tidos como “essenciais”, como itens de cesta básica, materiais escolares, medicamentos e outros. O adicional deve ser aplicado em todas as operações com esses produtos, seja na venda por contribuintes do Estado onde o FCP está instituído, vendas interestaduais com Substituição Tributária ou na compra por contribuintes do ICMS para uso e consumo, onde eles recolhem o FCP, e na venda para não contribuintes onde o recolhimento é de responsabilidade do destinatário.

Hoje, todos os Estados brasileiros cobram o FCP, exceto Amapá, Pará e Santa Catarina.

E o que mudou a partir da versão 4.0 da NF-e?

O FCP já era calculado na versão 3.10 da NF-e, porém integrava o cálculo geral do ICMS. Ou seja, não havia um campo específico para ele. Se o ICMS era 10% e o FCP, 2%, computava-se apenas a alíquota total do ICMS, com o FCP já somado: 12%.

A partir da versão 4.0, tornou-se obrigatório informar o FCP em separado, que agora consta no arquivo XML da nota fiscal, encaminhado à Sefaz. Com isso, o FCP ganhou campos distintos para abrigar sua base de cálculo, alíquota e valor. No caso de transações entre Estados, há ainda um campo que destaca a soma do valor do FCP, já com a sua substituição tributária.

São mudanças simples, mas que requerem cuidado para não acarretar problemas tributários para as empresas, como multas.

Adequação de sistemas para o recolhimento do FCP

A Homine é parceira estratégica das empresas na transição e adequação à nova versão da nota fiscal eletrônica. As companhias que ainda não implantaram o FCP no modelo 4.0 da NF-e podem contratar a Homine para apoiá-las na configuração do SAP.

A empresa oferece ainda a solução Signature para emissão de notas fiscais, integrada ao SAP, e referência em vários países da América Latina. A solução já está pronta e atualizada para a nova versão.

Por Rosana Silva Luz, Coordenadora de Recursos e Serviços da Homine

Sistemas, bits e gadgets fazem parte do nosso negócio de TI. Executamos projetos para atualizar sistemas e melhorar o seu desempenho, e criamos soluções inovadoras que trazem mais eficiência aos processos dos clientes. Mas há um componente por trás de tudo isso, fundamental para que o setor de TI e suas empresas sigam em frente: pessoas.

No meu trabalho diário, minha equipe e eu alocamos profissionais ou montamos times de experts para trabalhar nos clientes. E atuamos como headhunters buscando os melhores perfis para as empresas. Por estarmos em contato permanente com todas as pontas do segmento – mercado, clientes e profissionais –, temos uma visão privilegiada das tendências e demandas do setor de TI, ou seja, para onde estamos caminhando.

À frente da área de Recursos e Serviços da Homine, estou a par do que o mercado tem exigido dos profissionais tanto do ponto de vista técnico quanto comportamental. Nossa empresa já lida com profissionais de TI há mais de 15 anos.

Como muitos me perguntam – “Rosana, o que o mercado tem pedido? Por que não fui escolhido para a vaga? Quais atributos preciso desenvolver para ter maior empregabilidade?” –, tomei a iniciativa de sistematizar essas respostas e assim ajudar na compreensão de algumas das principais necessidades do mercado de tecnologia. Aqui vão, portanto, sete passos fundamentais para o profissional de TI se destacar no mercado:

  1. Seja um consultor multimódulo. Se você é um especialista em um único módulo SAP, corra para aprender sobre os outros também. As empresas não buscam mais consultores com atuação restrita ao seu próprio módulo, não estão interessadas em contratar vários profissionais para diversos problemas.
  2. Esteja constantemente atualizado. Os clientes seguem a inovação e os profissionais devem fazer o mesmo. Em termos práticos, e novamente falando do mercado SAP, consultores que trabalham com o SAP S/4 HANA, por exemplo, versão top-notch do ERP, estão na dianteira e são mais visados pelo mercado.
  3. Arranha no inglês? Então não perca mais tempo. O mercado de TI exige fluência no idioma. Fale e escreva como um nativo na língua. É o que os clientes desejam. Mas, por outro lado, é a grande dificuldade do mercado e a causa do gargalo que temos hoje na seleção dos profissionais. Portanto, qualificar-se nesse quesito fará de você um profissional desejado no mercado.
  4. Comportamentos erráticos não são mais aceitáveis, como faltas inesperadas, baixa assiduidade ou produtividade, e posturas inadequadas no trabalho. Esses profissionais são preteridos. Há muita gente boa no mercado. Seja técnico, eficiente, pontual e comprometido com o trabalho.
  5. Para se manter atualizado, recorra ao coaching para trocar ideias e receber inputs valiosos sobre a melhor direção a seguir na carreira, de acordo com os cenários vislumbrados para o mercado, e o que você pode aprimorar na sua vida profissional para ter mais empregabilidade.
  6. Procure se adequar aos perfis globais. Os grandes clientes do setor de TI são globais e são os que mais investem no Brasil. Quer trabalhar com eles? Então se adeque ao modo como eles trabalham. Não reclame ou julgue a maneira como atuam. Lembre-se: o trabalho envolve fatores culturais. Não se pode esperar que um profissional alemão atue como o brasileiro. Portanto, aceite as diferenças e cresça com elas.
  7. E não menos importante: cuide da sua saúde mental. Reserve um tempo para meditar, silenciar, oxigenar o cérebro. Descansar. Esse tempo dedicado a você vai impactar positivamente no seu desempenho profissional. Corpo e mente em equilíbrio fazem a diferença.

Espero ter contribuído com essas dicas e que algumas delas sejam úteis para você avançar e ter mais sucesso na sua carreira na área de TI.

A Homine concluiu no dia 12 de julho mais um projeto de nota fiscal eletrônica 4.0 (NF-e), desta vez na AgroFresh, empresa que desenvolve tecnologias para manter frutas e vegetais frescos por mais tempo.

Foi feita a atualização do SAP e da solução Signature, que realiza a emissão dos documentos fiscais, para a inclusão dos novos campos do layout 4.0 da NF-e. A nova versão da nota fiscal entrou em vigor no dia 2 de agosto, desativando a anterior, 3.10.

O projeto, coordenado pela Homine e executado remotamente, teve duração de dois meses e contou com uma equipe dedicada composta por seis profissionais, entre eles um consultor internacional.

“Tivemos alguns desafios técnicos e ainda assim conseguimos concluir o projeto em tempo recorde, considerando que fizemos a atualização dos sistemas e a aplicação de todas as notas técnicas da SAP”, comemora o PMO da Homine responsável pelo projeto, José Geraldo Garcia.

Para o projeto, a Homine utilizou um consultor especialista em processos de emissão de nota fiscal, que já estava alocado na AgroFresh, o que deu mais agilidade e eficiência à implementação das adequações. “Isso permitiu uma geração de testes mais eficaz e os erros encontrados nas validações foram muito bem documentados, o que nos possibilitou atacar os problemas rapidamente e com objetividade”, ressalta José Garcia.

A parceria e o bom relacionamento entre AgroFresh e Homine também contribuíram para o sucesso do projeto. A Homine foi a consultoria que implementou a versão 3.10 da NF-e na AgroFresh no Brasil, além de ter realizado outros projetos de consultoria SAP para a empresa na Argentina e no Chile, e em breve, no México.

Mais projetos concluídos

Em julho, a Homine finalizou mais dois projetos de NF-e 4.0 nas empresas GEA e Kelvion. Grandes empresas de variados segmentos, como Emerson, LyondellBasell, Matell, Hilti, Cargill e BASF, já tiveram seus sistemas recentemente atualizados pela Homine.

Devido à obrigatoriedade do novo layout introduzido pelo governo brasileiro, a Homine tem realizado, desde 2017, inúmeros projetos que incluem a atualização do SAP para o novo padrão, além da atualização ou implantação da solução Signature, que faz a emissão dos documentos e toda a comunicação das informações com a Secretaria da Fazenda (Sefaz).